"Eis uma formação que é uma verdadeira pedrada no charco: faz concertos de música contemporânea que não são feios nem chatos! Sem cair em concessões fáceis, escolhe música variada e interessante, capaz de agradar a um vasto público – e a sua qualidade técnica e artística é de nível internacional."
in Jornal O Público
Programa I
Giacinto Scelsi - Hyxos
Keiko Abe - Wind in the Bamboo Grove
David Loeb - Seis Prelúdios sobre Flautas do Extremo Oriente:
_ 1. Ti (China)
_ 2. Taegum (Korea)
_ 3. Donglim (Tibete)
_ 4. Shinobue (Japan)
_ 5. Suling (Bali)
_ 6. Khêne (Laos)
Steve Reich - Clapping Music
Cindy McTee - Stepping Out
Roberto Sierra - Bongo-o
Michael Colquhoun - Charanga
Alexandre Delgado - Suite from “O Doido e a Morte”
Programa II – Feel the Pulse
Barbara Kolb (n.1939) - Hommage to Keith Jarret and Gary Burton
Luiz. A. Anunciação - Motivos Nordestinos: Xaxado (fl. e vib.)
Walter A. Lopes - Malicioso (Choro) (para flauta baixo)
Mark Glentworth (n.1958) - Blues for Gilbert (para vibrafone)
Ernesto Nazareth - Apanhei-te cavaquinho (para flauta e maracas)
Alexandre Delgado (n. 1965) - Suite from “O Doido e a Morte”
Roberto Sierra (n. 1953) - Bongo-o (para bongos)
Michael Colquhoun (n. 1953) - Charanga (para flauta solo)
Steve Reich (n. 1936) - Clapping Music (para 2 músicos)
David Bedford (n.1937) - Diafone (flauta e vibrafone)
Programa III – Viagens e História
Giacinto Scelsi (1905-1988) - Hyxos (fl, gongos e campaínha)
Iannis Xenakis (1922-2001) - Psappha (percussão solo)
Marta Ptaszynska (n. 1943) - Ajikan: Unfolding light (fl, perc)
Toru Takemitsu (1930-1994) - Toward the Sea (fl. alto, vib)
David Loeb (n. 1939) - Seis Prelúdios sobre Flautas do Extremo Oriente
Michael Finissy (n.1946) - Hinomi (perc.)
Donald Erb (n.1927) - Drawing Down the Moon (flautim e perc.)
Imprensa
"Na percussionista inglesa Elisabeth Davis – a mesma que nos timbales fascina o público da Orquestra Sinfónica Portuguesa – há uma verdadeira magia como intérprete, no virtuosismo com que domina a marimba e o vibrafone, na forma encantatória como toda a sua géstica transborda música, seja qual for o instrumento que toque.
Na flautista americana Katherine Rawdon temos um incomparável som de flauta, pastoso e sensual, que na flauta contralto atinge uma qualidade rara pela sua espessura e expressividade, e que até no flautim consegue a mais versátil e maleável exploração do instrumento.
A simbiose entre estas duas intérpretes é uma experiência musical que não se esquece facilmente."
in Jornal O Público
Para saber mais, quer sobre o percurso do duo Machina Mundi quer sobre o currículo artístico de Elisabeth Davis e Katharine Rawdon, consulte o dossier detalhado disponível no fundo desta página.
|